Pesquisa recente feita pela Gallup nos EUA mostrou que o número de homens que usa gravata todos os dias é de 6%, o percentual mais baixo da história. Em 2002, esse número era de 10%.
Para se ter uma idéia, em 1995, o faturamento desse setor era, no mercado americano, de USD 1,3 bilhão. Hoje, é em torno de USD 680 milhões.
Se não me engano, até li recentemente sobre a queda das ações de uma empresa americana de gravatas.
A explicação para essa queda nas vendas é que até pouco tempo atrás, a gravata era um sÃmbolo de poder e autoridade. Hoje, na sociedade do conhecimento, os gadgets tomaram esse lugar. Com isso, as empresas que produzem gravatas precisarão rever suas estratégias no mercado, criar produtos diferenciados, novas necessidades, novos públicos, merchandising em filmes, por exemplo, entre outras iniciativas.
O que vocês acham dessa tendência?
Para mim, nada mais charmoso que terno e gravata.
A linda mocinha do vÃdeo abaixo não é uma modelo, nem uma atriz. É uma fembot, ou seja, uma robô feminina. O filme é uma propaganda Japonesa de filtro solar (robô usa filtro solar? sic - vi o vÃdeo no Boing Boing). Será o fim, num futuro próximo, da utilização de atrizes ou modelos em comerciais? Até que ponto um robô passa credibilidade igual ou maior do que um ser humano? Eu acredito que utilizar robôs em comerciais seja interessante somente para alguns tipos de produtos ou em algumas situações.
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The Simpsons, desenho animado com milhares de fãs no mundo inteiro e considerado um dos maiores sucessos de todos os tempos + iPod, player da Apple com milhares de fãs no mundo inteiro e considerado um dos maiores sucessos de todos os tempos = um produto divertido, diferente e muito lucro!
Sem dúvida, uma grande idéia de produto! Ainda mais com o hilário o “Homer Tested”, gravado no iPod.Â
Os players estão a venda no “The Simpsons Shop“. Cada um deles oferece um espaço onde o comprador pode escrever seu nome ou uma mensagem com até 30 caracteres. Os preços vão de 89 a 599 dólares. Está aqui o exemplo de uma idéia de produto diferente, divertida e que, com certeza, despertará a curiosidade e o desejo de muitos consumidores.
O número de brasileiros com mais de 1 milhão de dólares saltou 19,1 por cento no último ano, para mais de 143 mil. Segundo pesquisa da revista Exame, pelo menos 14 brasileiros se tornaram bilionários no último ano, quase cinco vezes mais que o crescimento de 2006.
Diante de tais números, a quantia de shoppings especializados para os ricos, a venda de carros, helicópteros e apartamento de luxos aumenta proporcionalmente.
Segundo estudo da consultoria MCF, o mercado de bens de luxo no Brasil cresceu 17 por cento no último ano, gerando 5 bilhões de dólares em vendas.
Muito interessante ver também o resumo da pesquisa sobre “O Mercado de Luxo no Brasil - Ano II”: http://www.mcfconsultoria.com.br/index_site.htm
É sempre bom estarmos sempre atentos a essas mudanças no mercado e na sociedade. Principalmente para quem trabalha com marketing.
Aproveitando: alguém daqui trabalha com Marketing de produtos de luxo?
O e-commerce do Brasil está em destaque no famoso site eMarketer. Segundo a matéria, consumidores online dobram a cada dois anos. A matéria ainda afirma que o “e-commerce no Brasil, assim como outras atividades de internet no paÃs, está amadurecendo rapidamente”.
Há informações interessantes para planejamento estratégico na matéria, como por exemplo: os itens mais comprados online; a forma de pagamento escolhida (cartão de crédito, seguido de boleto bancário e por último outras formas de pagamento. Daà a importância de se oferecer várias opções de pagamento, principalmente cartão de crédito e boleto) e a crescente participação feminina nas compras pela internet que, de acordo com estudo do e-bit, cresceu aproximadamente 10% desde 2000. Um nicho que pode ser ainda mais explorado.
A Ãntegra da matéria está em: http://www.emarketer.com/Article.aspx?id=1006422&src=article2_newsltr